Vai vida na madrugada fria.
O teu amante fica,
na posse deste momento que foi teu,
amorfo e sem limites como um anjo;
a cabeça cheia de estrelas...
Fica abraçado a esta poeira que teu pé levantou,
Fica inútil e hirto como um deus,
desfalecendo na raiva de não poder seguir-te!
Manuel da Fonseca in Poemas Dispersos
sábado, 6 de março de 2010
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