Em alvoroço estou.
Minh'alma esgrima desejos
que irrompem lestos,
mostrando não terem socumbido,
nem ao tempo,
nem aos inúmeros contratempos
que a vida, madrasta, me lançou.
Quisera, em inóspita paragem,
desenfrear as rédeas
sem sobressaltos,
demonstrar este sentir ardente,
de quem, presumo, valente,
jamais deixou de te amar,
apesar do que por ti penou...
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1 comentário:
Este rouxinol, apesar de tudo, é um passarinho de sorte. Conseguiu sobreviver e sobretudo conseguiu que a sua violeta, a violeta para quem sempre cantou, nunca deixasse de o amar. Só uma flor tão linda e tão sensível poderia sobreviver a tanto sofrimento.
Beijinhos
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