"Talvez amanhã a musa baloice nos diários
de bordo
e as águas embarquem na paisagem
das sílabas à vista.
Hoje foi um dia perverso: um abismo
de contratos falseados
como se a lei caísse na hora cega
de todos os compêndios.
Apetece morrer. Apetece rasgar
este evangelho segundo o tempo oco
e explodir no epicentro dos teus lábios
quentes... quentes... quentes...
incendiário timoneiro do sangue louco."
Alice Fergo, in Versos de Água,
Universitária Poesia
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