Mostrar mensagens com a etiqueta Amor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Amor. Mostrar todas as mensagens
sábado, 11 de novembro de 2017
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
sexta-feira, 19 de junho de 2015
«O mar nos olhos»
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma
E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
pela grandeza da imensidão da alma
pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens...
Há mulheres que são maré em noites de tardes...
e calma
Sophia de Mello Breyner Andresen, in Obra Poética
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma
E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes
Há mulheres que trazem o mar nos olhos
pela grandeza da imensidão da alma
pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens...
Há mulheres que são maré em noites de tardes...
e calma
Sophia de Mello Breyner Andresen, in Obra Poética
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Os Teus Olhos
Direi verde
do verde dos teus olhos
de um rugoso mais verde
e mais sedento
Daquele não só íntimo
ou só verde
daquele mais macio mais ave
ou vento
Direi vácuo
volume
direi vidro
Direi dos olhos verdes
os teus olhos
e do verde dos teus olhos direi vício
Voragem mais veloz
mais verde
ou vinco
voragem mais crispada
ou precipício
Maria Teresa Horta, in 'Candelabro'
Etiquetas:
Amar,
Amor,
Amor - Paixão,
Beijo,
BESOS,
Cantar,
Carinho,
Cinzento,
Companheirismo,
Compreensão,
Coração,
Saudade,
Sonhar,
Sonho,
Sorrir,
Sorriso
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Um Céu e Nada Mais
Um céu e nada mais — que só um temos,
como neste sistema: só um sol.
Mas luzes a fingir, dependuradas
em abóbada azul — como de tecto.
E o seu número tal, que deslumbrados
eram os teus olhos, se tas mostrasse,
amor, tão de ribalta azul, como de
circo, e dança então comigo no
trapézio, poema em alto risco,
e um levíssimo toque de mistério.
Pega nas lantejoulas a fingir
de sóis mal descobertos e lança
agora a âncora maior sobre o meu
coração. Que não te assuste o som
desse trovão que ainda agora ouviste,
era de deus a sua voz, ou mito,
era de um anjo por demais caído.
Mas, de verdade: natural fenómeno
a invadir-te as veias e o cérebro,
tão frágil como álcool, tão de
potente e liso como álcool
implodindo do céu e das estrelas,
imensas a fingir e penduradas
sobre abóbada azul. Se te mostrasse,
amor, a cor do pesadelo que por
aqui passou agora mesmo, um céu
e nada mais — que nada temos,
que não seja esta angústia de
mortais (e a maldição da rima,
já agora, a invadir poema em alto
risco), e a dança no trapézio
proibido, sem rede, deus, ou lei,
nem música de dança, nem sequer
inocência de criança, amor,
nem inocência. Um céu e nada mais.
Ana Luísa Amaral, in “Às Vezes o Paraíso”
como neste sistema: só um sol.
Mas luzes a fingir, dependuradas
em abóbada azul — como de tecto.
E o seu número tal, que deslumbrados
eram os teus olhos, se tas mostrasse,
amor, tão de ribalta azul, como de
circo, e dança então comigo no
trapézio, poema em alto risco,
e um levíssimo toque de mistério.
Pega nas lantejoulas a fingir
de sóis mal descobertos e lança
agora a âncora maior sobre o meu
coração. Que não te assuste o som
desse trovão que ainda agora ouviste,
era de deus a sua voz, ou mito,
era de um anjo por demais caído.
Mas, de verdade: natural fenómeno
a invadir-te as veias e o cérebro,
tão frágil como álcool, tão de
potente e liso como álcool
implodindo do céu e das estrelas,
imensas a fingir e penduradas
sobre abóbada azul. Se te mostrasse,
amor, a cor do pesadelo que por
aqui passou agora mesmo, um céu
e nada mais — que nada temos,
que não seja esta angústia de
mortais (e a maldição da rima,
já agora, a invadir poema em alto
risco), e a dança no trapézio
proibido, sem rede, deus, ou lei,
nem música de dança, nem sequer
inocência de criança, amor,
nem inocência. Um céu e nada mais.
Ana Luísa Amaral, in “Às Vezes o Paraíso”
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
Chamamento
"Da margem do sonho
e do outro lado do mar
alguém me estremece
sem me alcançar.
Um bafo de desejo
chega, vago, até mim.
Perfume delido
de impossível jasmim.
É ele que me sonha?
Sou eu a sonhar?
Sabê-lo seria
desfazer, no vento,
tranças de luar.
Nuvens,
barcos,
espumas
desmancham-se na noite.
E a vida lateja, longe,
num outro lugar."
Luísa Dacosta in
Cem Poemas Portugueses no Feminino,
Terramar
e do outro lado do mar
alguém me estremece
sem me alcançar.
Um bafo de desejo
chega, vago, até mim.
Perfume delido
de impossível jasmim.
É ele que me sonha?
Sou eu a sonhar?
Sabê-lo seria
desfazer, no vento,
tranças de luar.
Nuvens,
barcos,
espumas
desmancham-se na noite.
E a vida lateja, longe,
num outro lugar."
Luísa Dacosta in
Cem Poemas Portugueses no Feminino,
Terramar
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Canção sem ti
"Sem ti
que me importa que o sol mude de cor
sem ti
já não me interessa mais seja o que for
sem ti
é como um jardim sem uma flor
viver sem ti
não é viver meu amor
Viver sem ti
é como se já nada mais houvesse
sem ti
é como se outro dia não nascesse
viver sem ti
é como se o meu peito não batesse
quero dizer
viver sem ti é morrer
Sem ti
sem a cama dos teus braços
ficarei à tua espera
porque sem ouvir teus passos
nunca mais é primavera
Viver sem ti
é pior que enlouquecer
não sentir nenhuma dor
é lutar por te esquecer
e esquecer-te meu amor
é não viver
Sem ti
podem morrer estrelas no universo
sem ti
não poderei cantar nem mais um verso
sem ti
nenhuma madrugada há-de chegar
viver sem ti
é não poder mais amar
...
é como se já nada mais houvesse
...
é como se outro dia não nascesse
...
é como se o meu peito não batesse
quero dizer
viver sem ti é morrer!"
TONICHA(P. de Senneville/O. Toussaint)
(Arranjo: Pedro Osório)
sobre "A Comme Amour"
que me importa que o sol mude de cor
sem ti
já não me interessa mais seja o que for
sem ti
é como um jardim sem uma flor
viver sem ti
não é viver meu amor
Viver sem ti
é como se já nada mais houvesse
sem ti
é como se outro dia não nascesse
viver sem ti
é como se o meu peito não batesse
quero dizer
viver sem ti é morrer
Sem ti
sem a cama dos teus braços
ficarei à tua espera
porque sem ouvir teus passos
nunca mais é primavera
Viver sem ti
é pior que enlouquecer
não sentir nenhuma dor
é lutar por te esquecer
e esquecer-te meu amor
é não viver
Sem ti
podem morrer estrelas no universo
sem ti
não poderei cantar nem mais um verso
sem ti
nenhuma madrugada há-de chegar
viver sem ti
é não poder mais amar
...
é como se já nada mais houvesse
...
é como se outro dia não nascesse
...
é como se o meu peito não batesse
quero dizer
viver sem ti é morrer!"
TONICHA(P. de Senneville/O. Toussaint)
(Arranjo: Pedro Osório)
sobre "A Comme Amour"
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Adeus, até à vista
"Disse-te adeus, até à vista,
Só tu não reparaste nos meus olhos....
Disse-te adeus, mas trouxe-te comigo
E não foram só os teus olhos
Vieste toda
Disse-te adeus com lágrimas que não viste
Mas vieste dentro de mim
Amarrada em meu coração
Disse-te adeus com a mão
Mas parti contigo
No meu sonho
Na nossa ilusão
E aquele beijo que me atiraste
Tenho-o aqui guardado
Como um tesouro"
Raferial
Só tu não reparaste nos meus olhos....
Disse-te adeus, mas trouxe-te comigo
E não foram só os teus olhos
Vieste toda
Disse-te adeus com lágrimas que não viste
Mas vieste dentro de mim
Amarrada em meu coração
Disse-te adeus com a mão
Mas parti contigo
No meu sonho
Na nossa ilusão
E aquele beijo que me atiraste
Tenho-o aqui guardado
Como um tesouro"
Raferial
domingo, 3 de janeiro de 2010
Estrada
"Meu amor não quero mais palavras rasgadas.
Nem o tempo cheio dos pedaços de nada.
Não me dês sentidos para chegar ao fim.
Meu amor... só quero ser feliz.
Meu amor não quero mais razões p'ra apagar.
O que nasce e renasce e nos faz acordar.
A loucura faz medo se for medo o teu chão.
Mas é ar e é terra dentro do coração.
É ar e é terra dentro do coração.
Meu amor não quero mais silêncio escondido.
Nem a dor do que cai em cada gesto ferido.
Quero janelas abertas e o sol a entrar.
Quero o meu mundo inteiro dentro do teu olhar.
Eu quero o meu mundo inteiro dentro do teu olhar.
E hoje vê a estrada é feita para seguir.
E hoje sente a vida é feita de sentir.
E hoje vira do avesso o mundo e vê melhor.
Deste lado é mais puro.
É teu, é tão maior.
Deste lado é mais puro.
É meu, é tão maior.
(…)"
Mafalda Veiga,
in Estrada
Nem o tempo cheio dos pedaços de nada.
Não me dês sentidos para chegar ao fim.
Meu amor... só quero ser feliz.
Meu amor não quero mais razões p'ra apagar.
O que nasce e renasce e nos faz acordar.
A loucura faz medo se for medo o teu chão.
Mas é ar e é terra dentro do coração.
É ar e é terra dentro do coração.
Meu amor não quero mais silêncio escondido.
Nem a dor do que cai em cada gesto ferido.
Quero janelas abertas e o sol a entrar.
Quero o meu mundo inteiro dentro do teu olhar.
Eu quero o meu mundo inteiro dentro do teu olhar.
E hoje vê a estrada é feita para seguir.
E hoje sente a vida é feita de sentir.
E hoje vira do avesso o mundo e vê melhor.
Deste lado é mais puro.
É teu, é tão maior.
Deste lado é mais puro.
É meu, é tão maior.
(…)"
Mafalda Veiga,
in Estrada
domingo, 20 de dezembro de 2009
Não posso adiar o amor
"Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob as montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este braço
que é uma arma de dois gumes amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração."
António Ramos Rosa
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob as montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este braço
que é uma arma de dois gumes amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração."
António Ramos Rosa
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Aimons toujours! Aimons encore!...
"Aimons toujours! Aimons encore!
Quand l'amour s'en va, l'espoir fuit.
L'amour, c'est le cri de l'aurore,
L'amour c'est l'hymne de la nuit.
Ce que le flot dit aux rivages.
Ce que le vent dit aux vieux monts,
Ce que l'astre dit aux nuages,
C'est le mot ineffable: Aimons!
L'amour fait songer, vivre et croire.
Il a pou rechauffer le coeur,
Un rayon de plus que la gloire,
Et ce rayon c'est le bonheur!
Aime! qu'on les loue ou les blâme,
Toujours les grands coeurs aimeront:
Joins cette jeunesse de l'âme
A la jeunesse de ton front!
Aime, afin de charmer tes heures!
Afin qu'on voie en tes beaux yeux
Des voluptés intérieures
Le sourire mystérieux!
Aimons-nous toujours davantage!
Unissons-nous mieux chaque jour.
Les arbres croissent en feuillage;
Que notre âme croisse en amour!
Soyons le miroir et l'image!
Soyons la fleur et le parfum!
Les amants, qui, seuls sous l'ombrage,
Se sentent deux et ne sont qu'un!
Les poètes cherchent les belles.
La femme, ange aux chastes faveurs,
Aime à refraîchir sous les ailes
Ces grand fronts brûlants et rêveurs.
Venez à nous, beautés touchantes!
Viens à moi, toi, mon bien, ma loi!
Ange! viens à moi quand tu chantes,
Et, quand tu pleures, viens à moi!
Nous seuls comprenons vos extases.
Car notre esprit n'est point moqueur;
Car les poètes sont les vases
Où les femmes versent leur coeurs.
Moi qui ne cherche dans ce monde
Que la seule réalité,
Moi qui laisse fuir comme l'onde
Tout ce qui n'est que vanité.
Je préfère aux biens dont s'enivre
L'orgueil de sodat ou du roi,
L'ombre que tu fais sur mon livre
Quand ton front se penche sur moi.
Toute ambition allumée
Dans notre esprit, brasier subtil,
Tombe en cendre ou vole en fumée,
Et l'on se dit: "Qu'en reste-t-il?"
Tout plaisir, fleur à peine éclose
Dans notre avril sombre et terni,
S'effeuille et meurt, lis, myrte ou rose,
Et l'on se dit: "C'est donc fini!"
L'amour seul reste. O noble femme
Si tu veux dans ce vil séjour,
Garder ta foi, garder ton âme,
Garder ton Dieu, garder l'amour!
Conserve en ton coeur, sans rien craindre,
Dusses-tu pleurer et souffrir,
La flamme qui ne peut s'éteindre
Et la fleur qui ne peut mourir!"
Victor Hugo - Les Contemplations
quinta-feira, 30 de julho de 2009
BESOS
Abro um pouco o A
Beijo com vontade o M
Contorno bem o O
E faço cócegas ao R
Assim mostro o que sinto
Se te soletrar, direi:
A de Amor
M de muito Amor
O de obviamente Amor
R de repetido Amor
Se te desenhar, será com:
Um redondo Arco
Feito à Mão livre
Na mais linda Obra
Que me sai sem Rascunho
E pronto...
Sais sempre Tu
Sai sempre AMOR!
Besos
(Autor desconhecido)
Beijo com vontade o M
Contorno bem o O
E faço cócegas ao R
Assim mostro o que sinto
Se te soletrar, direi:
A de Amor
M de muito Amor
O de obviamente Amor
R de repetido Amor
Se te desenhar, será com:
Um redondo Arco
Feito à Mão livre
Na mais linda Obra
Que me sai sem Rascunho
E pronto...
Sais sempre Tu
Sai sempre AMOR!
Besos
(Autor desconhecido)
terça-feira, 7 de julho de 2009
Te quiero
"Mi corazón no ha dormido
a latido sin parar
es así como te quiero
todo el tiempo sin cesar
Tu sonrisa invade mi alma
tu imagen conmigo está,
demuéstrame que me quieres,
porque es muy dificil vivir
amando con quien no siente amor
El amor es como el viento
no se ve pero se siente
quisiera estar en tu mente
pues sin ti siento la muerte
Al estar siempre a tu lado
tu calor hechiza mi alma
tus brazos me hacen soñar
y pienso que tu me amas.
Quiero pedirte una cosa
que alimentes este amor
para yo seguir viviendo
teniendo esta ilusión"
(Maria Luz Novoa O )
a latido sin parar
es así como te quiero
todo el tiempo sin cesar
Tu sonrisa invade mi alma
tu imagen conmigo está,
demuéstrame que me quieres,
porque es muy dificil vivir
amando con quien no siente amor
El amor es como el viento
no se ve pero se siente
quisiera estar en tu mente
pues sin ti siento la muerte
Al estar siempre a tu lado
tu calor hechiza mi alma
tus brazos me hacen soñar
y pienso que tu me amas.
Quiero pedirte una cosa
que alimentes este amor
para yo seguir viviendo
teniendo esta ilusión"
(Maria Luz Novoa O )
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Nunca Me Esqueci De Ti
"Bato a porta devagar,
Olho só mais uma vez
Como é tão bonita esta avenida...
É o cais. Flor do cais:
Águas mansas e a nudez
Frágil como as asas de uma vida
É o riso, é a lágrima
A expressão incontrolada
Não podia ser de outra maneira
É a sorte, é a sina
Uma mão cheia de nada
E o mundo à cabeceira
Mas nunca
Me esqueci de ti
Tudo muda, tudo parte
Tudo tem o seu avesso.
Frágil a memória da paixão...
É a lua. Fim da tarde
É a brisa onde adormeço
Quente como a tua mão
Mas nunca
Me esqueci de ti
Eu nunca
Me esqueci de ti
Não, nunca me esqueci de ti
E eu nunca me esqueci de ti"
Rui Veloso
Olho só mais uma vez
Como é tão bonita esta avenida...
É o cais. Flor do cais:
Águas mansas e a nudez
Frágil como as asas de uma vida
É o riso, é a lágrima
A expressão incontrolada
Não podia ser de outra maneira
É a sorte, é a sina
Uma mão cheia de nada
E o mundo à cabeceira
Mas nunca
Me esqueci de ti
Tudo muda, tudo parte
Tudo tem o seu avesso.
Frágil a memória da paixão...
É a lua. Fim da tarde
É a brisa onde adormeço
Quente como a tua mão
Mas nunca
Me esqueci de ti
Eu nunca
Me esqueci de ti
Não, nunca me esqueci de ti
E eu nunca me esqueci de ti"
Rui Veloso
segunda-feira, 25 de maio de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
SOL DA MEIA-NOITE
"Sinto frio e está sol
sinto saudades
lembranças do futuro.
Criei o meu próprio veneno
e morro-me
sinto saudades
e está frio
e não há vento que me leve
até ti
Está frio.
Vejo
e o meu pensamento
perde-se em sonhos de sonhos
Compreendo o nada de mim
Não.
Não vou virar a página do livro
que nunca li
do livro que nunca abri."
(Raferial)
sinto saudades
lembranças do futuro.
Criei o meu próprio veneno
e morro-me
sinto saudades
e está frio
e não há vento que me leve
até ti
Está frio.
Vejo
e o meu pensamento
perde-se em sonhos de sonhos
Compreendo o nada de mim
Não.
Não vou virar a página do livro
que nunca li
do livro que nunca abri."
(Raferial)
sábado, 21 de março de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Et Maintenant
"Et maintenant que vais-je faire
De tout ce temps que sera ma vie
De tous ces gens qui m'indiffèrent
Maintenant que tu es partie
Toutes ces nuits, pourquoi pour qui
Et ce matin qui revient pour rien
Ce cœur qui bat, pour qui, pourquoi
Qui bat trop fort, trop fort
Et maintenant que vais-je faire
Vers quel néant glissera ma vie
Tu m'as laissé la terre entière
Mais la terre sans toi c'est petit
Vous, mes amis, soyez gentils
Vous savez bien que l'on n'y peut rien
Même Paris Paris Paris crève d'ennui
Toutes ses rues me tuent
Et maintenant que vais-je faire
Je vais en rire pour ne plus pleurer
Je vais brûler des nuits entières
Au matin je te haïrai
Et puis un soir dans mon miroir
Je verrai bien la fin du chemin
Pas une fleur et pas de pleurs
Au moment de l'adieu
Je n'ai vraiment plus rien à faire
Je n'ai vraiment plus rien
Je n'ai vraiment plus rien à faire
Je n'ai vraiment plus rien
Rien
Rien"
cantada por Grégory Lemarchal
De tout ce temps que sera ma vie
De tous ces gens qui m'indiffèrent
Maintenant que tu es partie
Toutes ces nuits, pourquoi pour qui
Et ce matin qui revient pour rien
Ce cœur qui bat, pour qui, pourquoi
Qui bat trop fort, trop fort
Et maintenant que vais-je faire
Vers quel néant glissera ma vie
Tu m'as laissé la terre entière
Mais la terre sans toi c'est petit
Vous, mes amis, soyez gentils
Vous savez bien que l'on n'y peut rien
Même Paris Paris Paris crève d'ennui
Toutes ses rues me tuent
Et maintenant que vais-je faire
Je vais en rire pour ne plus pleurer
Je vais brûler des nuits entières
Au matin je te haïrai
Et puis un soir dans mon miroir
Je verrai bien la fin du chemin
Pas une fleur et pas de pleurs
Au moment de l'adieu
Je n'ai vraiment plus rien à faire
Je n'ai vraiment plus rien
Je n'ai vraiment plus rien à faire
Je n'ai vraiment plus rien
Rien
Rien"
cantada por Grégory Lemarchal
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Urgência de ser
Urgência de ser,
num desejo infinito,
num querer sem limites...
Vazios contíguos
de espaços, sem memória,
sem compassos de espera,
desespero, escapatória...
Suporte de essência
em viela simplória
de nostálgia, estória,
numa presença ausente,
de indefinível esperança,
de incansável persistência...
num desejo infinito,
num querer sem limites...
Vazios contíguos
de espaços, sem memória,
sem compassos de espera,
desespero, escapatória...
Suporte de essência
em viela simplória
de nostálgia, estória,
numa presença ausente,
de indefinível esperança,
de incansável persistência...
Subscrever:
Mensagens (Atom)

